Vitamina D – o sol a serviço da vida

14 fev 2013 • 0

Conhecida como VITAMINA DO SOL, pois 90% da vitamina D do nosso organismo é produzida na pele a partir do 7 dehidrocolesterol por meio dos Raios Ultravioletas B (UVB) da luz solar, ela é essencial para uma perfeita saúde física e mental.

Apenas 10% da vitamina D provêm da alimentação, sendo o óleo de fígado de bacalhau, peixes como sardinha, atum, salmão, as maiores fontes existentes. Como os vegetais são pobres em vitamina D, os vegetarianos, principalmente os estritos necessitam de suplementação alimentar, pois caso contrário vão apresentar deficiência da vitamina, com as consequências extremamente danosa para o organismo todo.

Devido a pouca exposição à luz solar (até 10 horas e após as 16 horas), a deficiência de vitamina D tornou-se hoje uma pandemia mundial, atingindo mais de 1 bilhão de pessoas, com uma incidência bem maior em países com dias frios e escuros, por meses seguidos.

Inquéritos epidemiológicos demonstram que nos Estados Unidos acham-se nessas condições de 40 a 100% das pessoas com mais de 70 anos, 52% das crianças negras (a pele escura produz menos vitamina D) e 32% dos médicos de um hospital de Boston.

No Brasil, pesquisas realizadas na cidade de São Paulo demonstram que 77% da população tem deficiencia de vitamina D durante o inverno paulistano.

Em uma pesquisa realizada em nosso laboratório com aproximadamente 100 pacientes adultos com idade média de 30 a 70 anos, apenas 15% apresentaram níveis suficientes de vitamina D (acima de 30 ng/ml).

A vitamina D erradamente classificada como vitamina, pois na realidade, trata-se de um hormônio esteróide que controla 229 genes e funções em cada uma das 100 trilhões de células que possuimos, sendo sua deficiência, um pré requisito para o desenvolvimento de doenças auto imunes, câncer, doença cardiovascular e quando na gestação leva o nascimento de crianças autistas.

A vitamina D primariamente conhecida pelos seus efeitos na absorção e fixação do cálcio nos ossos e dentes, previnindo o desenvolvimento de Raquitismo (crianças), Osteopenia e Osteoporose (adultos), desempenha ainda papel fundamental na prevenção de tratamento de males como: diabetes tipo 1 e 2, intolerância a glicose e enfermidades autoimunes (esclorese múltipla, artrite, lupus, Tireoidite de Hashimoto).

Os baixos níveis da vitamina D, mesmo sem sintomas levam a um aumento do risco de morte por doença cardiovascular, compromentimento cognitivo em idosos, crises de asma em crianças, depressão, hipertensão arterial sistêmica (29% da população do Brasil apresenta hipertensão).

Atualmente, em relação aos níveis sanguíneos considera-se:

Suficiência: 30 a 100 ng/ml

Insuficiência: 20 a 30 ng/ml

Deficiência: Inferior a 20 ng/ml

Nova recomendação da Sociedade Americana de Endocrinologia eleva os níveis mínimos para 50 ng/ml.

 

NECESSIDADE DIÁRIA DE VITAMINA D

Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos (IOM), estão na tabela abaixo:

 

 

Limite máximo diário: 2.000 a 4.000 UI.

Os portadores de esclerose múltipla necessitam de 20.000 UI no mínimo diariamente.

 

FONTES NATURAIS:

 

Recomenda-se a exposição de partes do corpo (braços e pernas) por 30 minutos ao sol diariamente (até as 10 horas e após as 16 horas), sem o uso de protetor solar.

A exposição de 30 minutos ao sol é suficiente para se produzir 10.000 UI de vitamina D. Ao atingir este nível, o corpo automaticamente desliga o sistema de produção solar da vitamina.

Em relação aos níveis sanguíneos de vitamina D, 100 UI de vitamina aumenta a concentração sanguínea em 1 ng/ml.

Os especialistas recomendam que a dosagem de vitamina D seja exame de rotina médico laboratorial.

 

 

Foto: Montagem sobre foto shutterstpck, Rogério Cassimiro/AG Isto é, JÚLIO VILELLA, Pedro Dias e Gabriel Chirastelli/Ag. Isto é; shuttelstock, Pedro Doas e Rhafael Hupsel/Ag Istoe

 

 

Especialistas falam sobre os riscos do açúcar para obesidade e diabetes

8 nov 2012 • 1

O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.

 

Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Segundo os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella e Alfredo Halpern, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.

Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

 

Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.

 

Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.

 

Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Foi o que mostrou o repórter Renato Biazzi. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.

 

O caminho do açúcar


Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.

 

Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.

 

Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue – que também pode estar presente na urina.

 

Tipos de diabetes


Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.

 

O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.

 

A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.

 

Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.

 

Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.

 

Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.

 

Açúcar refinado e adoçante


O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.

Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

 

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar

Dieta rica em frutas, vegetais e fibras diminui risco de câncer colorretal

7 nov 2012 • 0

O câncer colorretal, no intestino, é o terceiro tipo mais comum no mundo e pode atingir tanto homens como as mulheres.

 

O risco é maior para pessoas com histórico familiar da doença, mas maus hábitos alimentares podem antecipar o surgimento desse tumor ou até mesmo provocar o câncer em pessoas que não têm predisposição genética.

 

O cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui explicou que uma alimentação rica em frutas, vegetais, fibras (cereais) e carnes magras (peixe e frango) é essencial para a prevenção do câncer colorretal.

 

Segundo o Inca, 60% dos casos desses cânceres acontecem em regiões onde há maior consumo de alimentos industrializados. Ou seja, dieta rica em gorduras, embutidos, defumados e corantes contribui para o surgimento da doença. Além da má alimentação, o fumo, excesso de bebidas alcoólicas e obesidade também aumentam o risco.

 

 

Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Raul Cutait, o câncer colorretal, em seu estágio inicial, é considerado de bom prognóstico. Por isso, é importante ficar atento aos sinais de alerta para detectar a doença o quanto antes.

 

Por exemplo, mudanças no funcionamento intestinal (diarreia ou intestino preso, sensação de evacuação incompleta), sangue ou muco nas fezes, anemia, emagrecimento rápido, fraqueza e vontade “falsa” de ir ao banheiro são sintomas geralmente relacionados ao tumor no cólon ou reto.

 

É importante, portanto, diagnosticar o câncer o quanto antes para que a chance de cura seja ainda maior. De acordo com o cirurgião Fábio Atui, esse tumor começa como uma pequena verruga e, nesse começo, é essencial que se inicie o tratamento para evitar que o câncer se desenvolva.

 

Para rastrear ou identificar pólipos ou tumores no intestino, existem dois exames.

 

O primeiro detecta se há presença de sangue oculto nas fezes. Já o segundo é a colonoscopia (veja como é realizado o exame no vídeo ao lado), feita com um tubo flexível com uma câmera na ponta, que permite a visualização de toda a região do cólon.

 

Esses exames são indicados principalmente para pessoas com mais de 50 anos, para quem sente algum dos sinais de alerta e também para pessoas com parentes que já tiveram a doença.

 

Veja abaixo uma receita de suco laxativo que ajuda a soltar o intestino:


Ingredientes

- 1 laranja
- 1/4 de mamão
- 1 ou 2 ameixas secas
- 1 colher de chá cheia de farelo de trigo

 

Modo de preparo
Bata tudo no liquidificador e não coe. Caso ache que o suco está muito grosso, acrescente mais água. Se sentir falta de açúcar, acrescente mel a gosto (que também tem efeito laxativo).

 

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar

 

A Importância do Uso do Protetor Solar

5 nov 2012 • 0

O verão está chegando e, com ele, os problemas relacionados a exposição da pele ao sol aumentam. A preocupação com os cuidados com a pele tem aumentado cada vez mais. Não podemos nos limitar a simplesmente passar o filtro solar uma única vez ao dia ou quando vamos à piscina ou à praia. Assista o vídeo a seguir e veja algumas dicas de como usar o protetor solar.

 

Verão Saúde – A importância do uso do protetor solar

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